Coluna Social

Psicóloga Gisela Thompson - Tema: Depressão a doença do século XXI

CRP/MG: 04/42632 Pós- graduanda em Neuropsicologia pela Universidade Cândido Mendes (UCAM).- Cel: (32) 98816-6880 E-mail: giselathompson87@gmail.com


DEPRESSÃO- A DOENÇA DO SÉCULO XXI
 

A depressão é uma condição psiquiátrica que envolve tanto aspectos psicológicos como aqueles comportamentais e físicos. Estima-se que mais de 340 milhões de pessoas sejam portadores de sintomas depressivos em todo o mundo, sendo que ela acomete tanto mulheres quanto os homens ao longo das fases da vida (NETTO, 2007).

Para o diagnóstico, o DSM-V menciona que devem ser apresentando cinco dos seguintes sintomas, praticamente todos os dias ao transcorrer de um período mínimo de duas semanas, apresentando modificações em relação ao padrão anterior:

 

1- Humor depressivo durante a maior parte do dia, indicado por relato subjetivo ou observação de terceiros;

2- Diminuição importante do interesse ou prazer em todas, ou quase todas, as atividades;

3- Perda ou ganho de peso significativo (mudança de mais de 5% do peso corporal em um mês), ou aumento ou diminuição de apetite;

4- Insônia ou aumento do sono;

5- Fadiga ou perda de energia;

6- Agitação ou retardo psicomotor, observado necessariamente por terceiros;

7- Sentimentos de menos-valia ou culpa excessiva e inapropriada;

8- Diminuição da capacidade de concentração ou indecisão;

9-Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida, tentativa de suicídio ou planejamento especifico para cometer suicídio.

 

Ainda segundo o DSM-V os sintomas devem causar sofrimento significativo ou prejuízo ocupacional, social ou em outras áreas importantes de funcionamento. Eles não devem ser ocasionados por uso de substância (ex: abuso de drogas, medicação) nem por condição médica (ex: hipotireoidismo).

É importante ressaltar que existe tratamento para a depressão, sendo necessária a intervenção de profissionais adequados (médicos e psicólogos).

Depressão não é fraqueza, ela MATA! Procure ajuda ou permita ser ajudado!

Psicóloga Gisela Thompson - Tema: Síndrome de Burnout, o que é?

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O QUE É SÍNDROME DE BURNOUT?

A Síndrome de Burnout ou síndrome do esgotamento profissional é um distúrbio psíquico descrito em 1974 pelo médico americano Freudenberger, tendo como principal característica o estado de tensão emocional e estresses crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes.

É uma síndrome que se manifesta especialmente em profissionais que ficam sob estresse por um determinado tempo e cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

As categorias mais atingidas são profissionais das áreas de educação, saúde, agentes penitenciários, bombeiros, policiais, recursos humanos, assistência social e mulheres que executam uma dupla jornada também podem desenvolver esse transtorno.

Maslasch e Jackson (1981) mencionam que as principais características da Síndrome de Burnout são a exaustão emocional (caracterizado por cansaço extremo e sensação de não ter energia para enfrentar o dia de trabalho), despersonalização (atitude de insensibilidade ou hostilidade em relação às pessoas que devem receber o serviço ou cuidado) e perda da realização pessoal (sentimento de incompetência, frustração pessoal e profissional).

Os sintomas típicos da síndrome são tonturas, irritabilidade, agressividade, desatenção, dores gerais, fraqueza, mal-estar, depressão, ansiedade e instabilidade emocional.

O tratamento é realizado com uso de antidepressivos e psicoterapia. É importante também praticar atividade física regular e exercícios de relaxamento, pois ajudam a controlar os sintomas.

Psicóloga Gisela Thompson - TEMA: Violência contra mulher não é só física

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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NÃO É SÓ FÍSICA

 

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) está direcionada a figura feminina de forma ampla, superando as diferenças culturais e sociais entre os sexos. Essa Lei trouxe condições para que as mulheres pudessem denunciar a violência doméstica que as mesmas sofrem, e assim, fazer valer os seus direitos.

A violência doméstica vai muito além da agressão física ou estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência física, violência sexual, violência psicológica, violência patrimonial e violência moral.

Violência Física: É o tipo mais comum de violência, onde ocorrem lesões corporais, provocadas por queimaduras, mordidas, espancamentos, tapas, ou seja, qualquer ação que coloque em risco a integridade física da mulher.

Violência Sexual: Qualquer forma de atividade e prática sexual sem seu consentimento, com uso de força, chantagens, manipulações, intimidações, ameaças ou qualquer outro mecanismo que anule ou limite a vontade pessoal.

Violência Psicológica: É a realização de qualquer ato que venha por em risco o desenvolvimento psicoemocional da mulher, sua valorização intra-relacional e o seu direito de ser respeitada.

Violência Patrimonial: Quando o respectivo agressor torna-se soberano e unilateral nas decisões que ensejam nos pertences pessoais da mulher, como, seus instrumentos de trabalho, documentos, bens e valores, como jóias, roupas, veículos e dinheiro, e até a casa em que ela vive, estamos diante da violência patrimonial.

Violência Moral: Trata do valor referente à sua honra, ou seja, crime de calúnia, afirmando falsamente, que a mulher cometeu um crime que ela não praticou. Já a difamação ocorre quando o agressor impõe a mesma, fatos que denigram a sua reputação. Tratando-se da injúria, esta acontece nas situações em que o agressor insulta a dignidade da mulher chamando-a de ladra, vagabunda, prostituta, podendo esse crime também advir pela internet.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

FONSECA, P.M; LUCAS, T.N.S. Violência doméstica contra a mulher e suas conseqüências psicológicas. Salvador 2006, Monografia (Graduação em Psicologia)- Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Fundação Bahiana para o Desenvolvimento das Ciências. Disponível em: <http://newpsi.bvs-psi.org.br/tcc/152.pdf> Acesso em: 17 de fevereiro 2014.

TJERJ, Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. Nós vamos acabar com ela! Ed. 2ª, Rio de Janeiro, 2013. Disponível em: < http://www.tjrj.jus.br/documents/10136/1607514/cartilha-lei-maria-penha.pdf> Acesso em: 01 de setembro de 2014.

Psicóloga Gisela Thompson - Tema: Cuide da sua mente

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CUIDE DA SUA MENTE

 

Todos os anos, milhões são gastos na indústria cosmética. Isso ocorre devido ao reflexo da importância que é atribuída à aparência na nossa sociedade. Pois bem, cuidar do corpo é essencial para manter a saúde e a boa forma, porém, assim como é necessário cuidar da aparência, é preciso também cuidar do emocional, ou seja, sentir-se bem psicologicamente também é essencial para uma boa qualidade de vida.

Sendo assim, o ser humano está constantemente se deparando com situações que causam estresse, ansiedade, frustração e outras emoções. Diante disso, se o indivíduo não estiver bem psicologicamente o corpo acabará adoecendo, pois o corpo é todo interligado, não temos como separar mente e corpo. Dessa forma, surgem às doenças psicossomáticas, sintomas físicos que são causados por elementos da desordem psicológica, exemplo úlcera, alergia, acne entre outros tipos de doenças. Assim, é necessário que a pessoa procure ajuda de um psicólogo e de um médico.

É de suma importância que o individuo entenda que tudo começou na mente, e diante disso, o psicólogo juntamente com o paciente, vão criar estratégias para combater o problema no campo mental, evitando que o físico seja novamente afetado. Já o médico irá receitar medicamentos para combater e aliviar os sintomas.

Cuide bem da sua mente, pois dela depende a saúde de todo o corpo!

Psicóloga Gisela Thompson - Enquete: VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER

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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER

As conquistas das mulheres vêm aumentando nas últimas décadas, e assim profundas transformações que circundam a figura feminina ao longo da história. Essas conquistas são referentes à independência na profissão, na educação, na política e principalmente na sexualidade. Mesmo com tantas conquistas, podemos observar, constantemente, notícias sobre os vários tipos de violência que as mulheres sofrem.

Geralmente ela é agredida pelo companheiro, marido, ex-marido, namorado etc, ou seja, pelos mais próximos, e pessoas nas quais ela normalmente mais confia.

É possível observar que existem fatores responsáveis por determinadas condições de violência, sendo entre eles a opressão praticada pelo sistema capitalista, pelo machismo, pela educação diferenciada, uso de drogas e álcool ingeridos pelos agentes nos casos de violência; além do cansaço e estresse, que podem desencadear o descontrole emocional e os atos agressivos.

A violência doméstica contra a mulher são ações e comportamentos direcionados as mesmas, podendo ser executadas como agressões físicas, sexuais, maus tratos psicológicos, ameaças, e o desrespeito aos direitos básicos dessas mulheres.

Analisando o estudo sobre violência contra as mulheres em nosso país pode-se observar que o Brasil tem desenvolvido contribuições empíricas distantes da eficiência prática para que realmente tivesse uma melhor compreensão desse acontecimento. Podemos observar através das queixas criminais que a violência contra as mulheres é um grave problema no meio que vivemos, surgindo a demanda com maior atenção, não somente das Ciências Sociais, e sim uma sinergia dos poderes públicos.

Diga NÃO à violência contra a mulher! Não se cale, denuncie!
 

ENQUETE: Responda nos comentários e deixem suas opiniões

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER. 

Em sua opinião, o que leva a mulher a não denunciar a agressão?

  1.  Medo do agressor.
  2.  Dependência financeira.
  3.  As leis brasileiras não são eficazes.
  4.  Acreditar que a agressão não ocorrerá novamente.
  5.  Não conhecer seus direitos.
  6.  Outros motivos. cite-os

 

Psicóloga Gisela Thompson - Tema: Câncer de mama - Você sabia?

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          CÂNCER DE MAMA- VOCÊ SABIA?
 

  • · O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.
  • · No ano passado (2016), o INCA (Instituto Nacional de Câncer) relatou que 57.960 novos casos no Brasil.
  • · Um em cada três casos pode ser curado se for descoberto logo no início.
  • · Algumas pessoas por não terem conhecimento sobre a doença ficam com medo e acabam atrasando o diagnóstico.
  • · Alguns tipos de câncer apresentam sinais e sintomas em suas fases iniciais, como por exemplo, o câncer de mama. Diante disso, detectá-los precocemente traz melhores resultados no tratamento e ajuda a reduz o número de mortes.
  • · É necessário que independente da idade, todas as mulheres conheçam seu corpo para saber o que é normal ou não em suas mamas.
  • · A maior parte dos cânceres de mamas é descoberta pelas próprias mulheres.
  • · Exames clínicos das mamas podem ser feitos através da observação e palpação das mamas por médicos e enfermeiros.
  • · Toda mulher tem direito à mamografia a partir dos 40 anos.
  • · Homens também podem ter câncer de mama, embora seja mais raro, apenas 1% dos casos.
  • · Mulheres com silicone também podem realizar mamografias para detectar a doença.
  • · 90% das mulheres com câncer de mama não tem histórico familiar.
Precisamos falar sobre o câncer de mama, pois dessa forma poderemos esclarecer as dúvidas existentes, e ajudar os pacientes e familiares a enfrentarem essa doença.

 

 

Psicóloga Gisela Thompson - Campanha de Prevenção ao Câncer de MAMA – Outubro Rosa

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CAMPANHA DE PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA – OUTUBRO ROSA

Iniciou no mês de Outubro uma campanha chamada “Outubro Rosa”. A campanha começou em 1990, em Nova York, através da Fundação Susan G. Komen for the Cure, por meio de uma corrida com a finalidade de arrecadar fundos e informar sobre o câncer de mama. Todos os participantes da corrida levavam no peito um laço rosa, que ainda hoje é o símbolo da campanha. Diante disso, além das corridas anuais, em 1997 outras instituições e cidades dos Estados Unidos resolveram participar da campanha e criaram o Outubro Rosa.

O objetivo dessa campanha é conscientizar e sensibilizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce, reduzindo assim os riscos e o avanço da doença.

No Brasil, a primeira iniciativa surgiu em 2002 com a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (Obelisco do Ibirapuera), em São Paulo.

O câncer de mama é uma das doenças mais temida pelas mulheres devido o fato de ocorrer com maior freqüência. Após o surgimento da doença, ocorrem os efeitos psicológicos, que afetam a sexualidade e a imagem que a mulher tem dela mesma diante da doença.

Todo o processo do diagnóstico da doença até o tratamento, são vividos pela paciente e sua família com sofrimento, angústia e ansiedade. Diante disso, é necessário um apoio psicológico para ajudar a pessoa com câncer a lidar com suas emoções, sofrimentos, medos e etc.

Psicóloga Gisela Thompson - Mitos sobre o suicídio

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MITOS SOBRE O SUICÍDIO

 

No dia 10 de setembro é comemorado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, diante disso, é necessário mencionar aqui alguns mitos sobre o suicídio, com a intenção de informar a população, e com isso estimular a reflexão e as formas de prevenção para impedir o aumento dos casos.

Segue abaixo os mitos mais comuns:

  • "O suicídio é uma decisão individual, não tenho nada a ver com a vida de alguém".

A pessoa está passando por problemas emocionais que alteram, de forma radical, a sua percepção da realidade e interfere em seu livre arbítrio.

  • “As pessoas que ameaçam se matar não farão isso, querem apenas chamar a atenção.”

A maioria das pessoas que tentam ou que se matam, já falaram ou deram sinais sobre suas idéias de morte.

  • “Quando uma pessoa pensa em se suicidar terá risco de suicídio para o resto da vida.”

Sendo tratado de forma eficiente o risco de suicídio, posteriormente, a pessoa não estará mais em risco e o desejo de se matar desaparecerá.

  • “Quando um indivíduo mostra sinais de melhora ou sobrevive a uma tentativa de suicídio, está fora de perigo.”

É necessário se atentar, pois um dos períodos mais perigosos é quando a pessoas está se recuperando da crise que motivou a tentativa, ou quando a mesma ainda está no hospital, na sequência de uma tentativa. Quando a pessoa recebe à alta do hospital é o momento em que ela está particularmente mais fragilizada. Diante disso, como um preditor do comportamento futuro é o comportamento passado, a pessoa suicida muitas vezes continua em risco.

  • “Não devemos falar sobre suicídio, pois isso pode aumentar o risco.”

É necessário falar sobre o suicídio, mostrar-se disponível a conversar e escutar a pessoa que está sofrendo desse problema, pois pode aliviar a angústia e a tensão que esses pensamentos trazem. Além disso, a mídia deve falar sobre o suicídio, dando informações à população sobre o problema, de como agir, onde buscar ajuda etc.

  • “Só se mata quem tem depressão.”

Não necessário só se mata quem tem depressão, pois existem outros motivos para a pessoa decidir cometer o suicídio, desde outros transtornos mentais como bipolaridade, ansiedade, abuso de substâncias, bordeline etc, até fatores ambientais como término de namoro, morte de um ente querido, perda de um emprego entre outros. Sendo assim, devemos estar atentos a todos os sinais.

  • “O suicídio é um ato de covardia (ou de coragem).”

O que dirige a ação de se suicidar é uma dor psíquica (ou física) insuportável. A pessoa com esse nível de sofrimento acredita que essa dor não vai passar nunca, e que a única solução é a morte.

Então... você já ouviu algum destes mitos? Ajude a compartilhar este texto, assim vamos desfazendo os mitos, e ajudamos a salvar vidas!

Referência:

Associação Brasileira de Psiquiatria. Suicídio: informando para prevenir / Associação Brasileira de Psiquiatria, Comissão de Estudos e Prevenção de Suicídio. – Brasília: CFM/ABP, 2014.

WERLANG, B.G.; BOTEGA, N. J. Comportamento suicida. Porto Alegre: Artmed Editora, 2004

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